A infâmia das acusações a Divaldo...

28/04/2021 16:05

        Chegou às minhas mãos a obra intitulada A anti-história das mensagens co-piadas. Foi escrita, ainda em vida física, pelo jornalista espírita Luciano dos Anjos, pessoa íntegra e de vasta cultura, falecida há poucos anos. O livro foi publicado pela Editora Leymarie. Na folha de rosto, lemos esta frase de Mizner: "Se você rouba as ideias de um autor, é plágio. Se você rouba de muitos autores, é pesquisa".

        É claro, que a coisa não é bem assim. Machado de Assis, mentor espiritual deste blog, dizia que o importante não é o que dizer e, sim, como dizer. Ou seja, a criatividade sobrepõe-se ao conhecimento. Então, não basta conhecer, é preciso saber o que fazer com o saber (repetição proposital). Ou seja, quem direciona o que aprende é nossa inteligência, que  não é puramente memória. Há pessoas de excelente memória, mas preguiçosas, que se preocupam em investigar a vida de muitas outras e nada produzem de utilidade, salvo criarem confusão e tentarem destruir o que alguém construiu ao longo da vida. Em tudo veem defeito, apenas suas ideias são boas, e ai de quem discordar disso.

        É bem verdade que se alguém copia frases inteiras de outrem, sem fazer qualquer referência ao verdadeiro autor, isso não é honesto. Quem assim age pode ter que responder na justiça por violação à Lei 9.610/98, que protege os direitos autorais. Mas posso encaixar, em texto de ideação e produção pessoal, informações colhidas de diversos autores, sem que os esteja plagiando, se faço as referências das fontes de consultas e não me limito a reproduções completas de suas obras.

        O que cada um faz com o que lê e reproduz é que faz a diferença entre o bom e o mau autor. É o que alguém escreve, seus fins claros, que levam ao interesse do leitor. E isso não é fruto de cópia ilegal, mas de criatividade, simplicidade, clareza e objetividade.

        Voltemos à questão das mensagens "co-piadas". Na orelha do livro, a nora de Luciano diz, e muito bem, que, esquecendo o ser humano Divaldo, procuram-no para fazer consultas aos Espíritos, ou tecem críticas mordazes ao médium e tribuno, prestes a fazer 94 anos, cuja vida tem sido dedicada à difusão espírita nos âmbitos nacional e internacional, além de obra caritativa, na qual já contribuiu, ao longo de mais de 70 anos, com lar, sustento e educação a milhares de jovens.

        O livro do Luciano ajuda-nos a desmascarar tais acusadores. O médium e tribuno mundial Divaldo Franco seria incapaz de plagiar alguém. Sua obra, atualmente, ultrapassou duzentos títulos, e as mensagens, narrações e poemas mediúnicos que ela contém simplesmente confirmam o critério de fidelidade à universalidade exigida para se crer na veracidade das informações dos Espíritos, como propôs Allan Kardec.

        Um exemplo disso é a obra transmitida ao Divaldo pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, que podemos intitular Série Manoel Philomeno de Miranda, com 18 títulos, cujo último volume, publicado neste ano, intitula-se No Rumo do mundo de regeneração. Seus relatos  ratificam e, em certos casos, como os citados nesse último livro, atualizam o contido na obra de 17 volumes ditada pelo Espírito André Luiz a Chico Xavier, hoje denominada A Vida no Mundo Espiritual.

        Ambos são acompanhados por médiuns extraordinários do passado e atuais, como Zilda Gama, Yvonne do Amaral Pereira e Raul Teixeira, entre outros, que também relatam, em suas obras, a existência do mundo espiritual, para onde vamos, sua inter-relação com o mundo físico, e o que nos aguarda após este breve estágio na Terra. Estágio renovável, até que atinjamos a perfeição, como nos afirmam os Espíritos nas obras de Allan Kardec.

        Acusar Divaldo de plagiador é infâmia que repudio indignado!

Sobre a obra psicográfica de Divaldo Franco, leia também em:

Reedita-se uma infeliz campanha contra Divaldo Franco (por Astolfo O. de Oliveira Filho) - https://www.oconsolador.com.br/11/especial2.html

A psicografia do médium Divaldo Franco (por Washington L. N. Fernandes)  - https://www.oconsolador.com.br/ano2/94/especial.html

 

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