Ninguém se torna o mal que pratica

25/01/2018 13:48

            Muito comum falar ou escrever identificando/reduzindo alguém pelo crime que praticou ou acreditam ter praticado.

            Em outras palavras: o que rouba é ladrão, o que mata é assassino, o que vende droga é traficante, etc...

            A partir de então é assim que será conhecido até cumprir a pena. Logo após cumpri-la estará permanentemente em regime de suspeita.

            Ora, mesmo que a pessoa, comprovadamente, tenha cometido inúmeros e graves crimes tal fato jamais a transforma de "ser humano" em "ser criminoso"!!!

            Todos temos qualidades e boas obras!!!!

            Se não é capaz de enxergar ou reconhecer algo de bom neste "criminoso" basta pensar se consideraria justo/certo que a sociedade assim agisse com você ou alguém que ama.

            Dê oportunidades e verá aquele "crápula" tornar-se verdadeiro homem de bem.

 

Ciência Política / Espíritualidade e Política → Crônicas Sociais → O Nascimento da Justiça

Sobre o autor

Luciano Chacha de Rezende é Analista do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul. Especialista em Direito Constitucional pela Universidade Anhanguera-Uniderp (LFG); Especialista em Direito Público pela mesma Instituição; Especialista em Direito Tributário pelo IBET.

contato: lucianochacha@gmail.com