A questão do infinito

A questão do infinito

por Ariovaldo Batista

postado em nov. 2018

            É assunto intrigante, porque nossa inteligência só consegue “entender” o que seja finito. Nossa inteligência só pode entender evidentemente criando imagens do que seja de fato o infinito. E como o Universo é claramente governado por leis, é evidente que a matemática que procura mostrar leis particularmente através dos números, teria que dar o tom da nossa imaginação sobre o infinito. Isso é algo que já intuía há algum tempo, mas a percepção ocorreu lendo um livro de um escritor português José Rodrigues dos Santos, intitulado “A Fórmula de Deus”, 2007 que é um romance que trata da peripécia iraniana para obter a bomba atômica! O autor é um  jornalista português professor de história, que parece estar familiarizado com a “ciência moderna”. Muitas boas verdades se encontram mais em romances do que na literatura acadêmica convencional. O fato é que à medida que o homem se torna mais culto, mais complicada parece ser a questão do infinito que claramente se entrelaça com a questão de Deus. O objetivo do texto é expor essa “percepção”, muito mais do que uma intuição.

            Entender Deus através de entender o infinito surgiu mais ou menos como “intuição” quando de fato se pensou no paradoxo de um Deus Infinito que pudesse fazer equívocos e até besteiras. Daí que há um ano, fiz um artigo Entendendo Deus. Intuitivamente na realidade procurava entender o infinito. Intuitivamente parecia claro que entendendo o Infinito, era possível entender melhor Deus. Mas o fato é que o assunto me parecia complexo, e tinha que envolver a ciência, a religião e as artes. Acontece que não sou profissional nem da ciência (cientista) nem da religião (religioso) e nem artista. Que havia relação, havia, mas qual e como? É isso que se pretende expor. O texto é um ensaio tipicamente filosófico!

 

  1. CONCEITO ATRAVÉS DA RELIGIÃO

            Deixando de lado os conceitos mais antigos de “deuses especializados” praticamente já abandonados, vou concentrar nas religiões ainda vigentes, onde o conceito de Deus difere muito entre as “religiões” ditas Ocidentais, e as ditas Orientais. As primeiras, evidentemente baseadas nos conceitos Bíblicos, apresentaram o infinito na forma de um Deus considerado “entidade”, e do ponto de vista de rituais práticos, parecia claro a existência de uma “imagem de indivíduo”, um ancião de cabelos e barbas brancas! Até hoje as religiões ocidentais demonstram a existência desse Deus como entidade, muito semelhante ao homem na condição de um “super-homem” muito mais “juiz” na sua origem do que paterno ou guerreiro. O juiz é o cara que julga, mas não adianta julgar se não tiver como ‘condenar ou inocentar’, e para isso precisa demonstrar “poder” que na humanidade ainda até hoje é representado pela “guerra”. Por isso os hebreus, onde surgiu essa ideia do “Deus Infinito e entidade individual”, desenvolveram sua história calcada em guerras, tanto de ataque como de defesa. Os antigos deuses” eram quase todos guerreiros, se reuniram num Deus “justo e poderoso”, a primeira ideia do infinito! Essa ideia perdurou até o evento de Cristo, que reforçou a ideia do infinito, mas apresentou um “Deus justo, porém paternal”, e estabeleceu nova forma de entender a justiça: Justiça é acatar e obedecer leis. A frase típica foi “dai a Cesar o que é de Cesar’, quer dizer, além das leis de Deus (os mandamentos) há também as leis dos homens, e disso nasceu de fato a maior religião de todos os tempos, O CRISTIANISMO, cujo vetor de expansão foi nada menos do que o Império Romano. Os mandamentos cristalizam as leis da natureza, como divinas, e as leis dos homens como justas. Na realidade Cristo não contestou a Bíblia, contestou as pessoas que colocavam em prática os conhecimentos da Bíblia. E não foi muito diferente dos Sábios Gregos, eles não contestaram as “religiões”, mas o que os religiosos pregavam a respeito dos fatos, eventos e fenômenos que se observava como “homem”. Os gregos não contestaram nem sequer a própria sociedade, que tinha seus vários deuses, o sistema escravocrata etc. Os gregos mostraram uma forma mais “filosófica” do homem se expressar. Os gregos e Cristo deram as diretrizes à civilização ocidental, cujo vetor de realização foi sem dúvida alguma, o Império Romano, que ao contrário de inovar, fixaram de vez a pajelança de governos assentada nos pajés religiosos. Isso durou até final do século XIX, onde o comunismo, (na realidade a ciência), de fato desbancou os “religiosos como pajés”, e sacramentou os novos pajés, os banqueiros, que na realidade realizavam sua marca desde a Revolução Industrial, uma marco do capitalismo.

            Quanto as religiões ditas Orientais, o foco básico é apenas o “homem” na sua vida na Terra, sendo Deus algo marginal que ficaria por conta da existência de um espírito, que depois de morto, voltaria ao “oceano” do Universo Espiritual, sem relação prática alguma com o terráqueo ainda vivo. Enquanto as religiões Ocidentais introduzem o homem no mundo espiritual cujo comando claro seria de um Deus Infinito, as Orientais se concentram no antropocentrismo do homem na Vida na Terra, relacionado apenas com um possível “prêmio” por uma conduta humana. É exatamente nessa conduta que as religiões de fato se entrelaçam, e que se considera como o paradigma das religiões. Se cada um for melhor, a sociedade também o será!

            O que se considera como claro em praticamente todas as religiões é que para ser “melhor”, o caminho é a obediência às leis, e disso se tira o conceito de “moral”. Moral é cumprimento das leis, que precisam ser “eternas” para poderem evoluir, e que nos leva também ao conceito de “constituição projeto de Estado”. Na prática, nações mais desenvolvidas não por coincidência são aquelas onde as leis são mais duradouras etc. Parece que o caminho é de fato correto, e o conceito surgiu de fato do que se entenderia como “moral nas religiões”: ACATAR E OBEDECER AS LEIS. Eu diria que a primeira constituição no mundo foram os 10 mandamentos! Mas o que hoje parece certo e real, é que o Universo existe por suas leis!

            De corolário como os melhores conceitos parecem ter surgidos nas religiões ocidentais, parece claro que no caso de Deus, se está cristalizando a ideia do Deus Infinito como questão clara da ideia. Essa parece ser a interpretação de Deus no que se refere aos acervos de conhecimentos da Religião, que claramente nos remete ao conceito de “Infinito”. O texto sobre Deus (veja o link: Entendendo Deus), procurou relacionar que Deus seria um conceito primitivo relacionado ao conceito de infinito, mas isso de forma mais intuitiva do que perceptiva. As religiões de fato, mostraram de fato a intuição do homem no Infinito, espelhado na figura de Deus!

 

  1. CONCEITO ATRAVÉS DAS ARTES

            As artes foram de fato a primeira forma de acumulação de conhecimentos humanos, evidentemente através das obras tanto no campo da engenharia como das artes. O único vestígio que temos de civilizações antigas e adiantadas, são através de obras que chegaram até nós e claramente todas em comunidades “urbanas”. As artes não realizam nenhuma filosofia de Deus e sequer do infinito, porque é apenas a forma natural como o homem pode evoluir como espírito, ATÉ O INFINITO, que seria no caso Deus. No final, os espíritos seriam deuses, como estamos falando do infinito, estamos falando apenas de um “limite” como termo da ciência. E nesse limite teríamos o Universo Material de início, que vamos falar mais abaixo um pouco. Então, faz sentido que o Universo Material se “expanda” do ponto de vista da evolução, depois regrida nas teorias confusas da ciência, como veremos mais abaixo. É que a matéria evolui através dos “organismos”, e depois regride. Esses mesmos organismos retornariam à sua condição inicial de matéria apenas. As artes é a intuição ou percepção do homem de evoluir até “deus” se fosse possível. No texto se chama a ética de se fazer sempre o melhor, que resulta na tal evolução que a ciência tanto persegue.

  1. CONCEITO ATRAVÉS DA CIÊNCIA

            A Ciência foi o último acervo de conhecimentos da humanidade que surgiu, e da forma como a conhecemos hoje, surgiu de fato na Era Capitalista, depois da Revolução Industrial, em torno de 3 séculos atrás. Assim, do ponto de vista dos conhecimentos, ainda é como a criança que aprende a andar. O mérito, contudo, é que tem avançado de forma tão acelerada que hoje poderíamos fazer a figura de que a ciência avança a bordo de um jato, enquanto as artes no lombo de um burro, e a religião, no casco de uma tartaruga. Quer dizer, em termos de conhecimentos, de fato, a religião não tem contribuído quase nada com a ciência, e poderia fazer, se também evoluísse como a ciência. As causas das respectiva evoluções estão nas instituições temporais que as praticam e seus respectivos “profissionais”, como cientistas, religiosos e artistas. O que entrava a Religião são de fato os dogmas de fé absolutos que se praticam nas igrejas, coisas de fato ultrapassadas no progresso cultural da humanidade, mas ainda a base ritualística das igrejas. O ritual é a forma de se fazer algo, quando os conceitos ficam fossilizados no tempo, não se “melhoram” o que se faz, é esse o grande entrave da Religião para acompanhar a ciência.

            Infelizmente, os cientistas quando surgiram por volta de 5 ou 6 séculos (antes havia apenas os “sábios da igreja”), se propunham exatamente a eliminar o conceito de dogmatismo absoluto dos religiosos, mas acabaram fazendo o que contestavam nos religiosos, e se criaram também na ciência dogmas de fé, NO QUE ENTENDEMOS COMO A CIÊNCIA REDUCIONISTA. Descartes e Newton criaram o dogma de fé que o mundo é feito pela matemática e não que esta é apenas uma “artifício” para o homem entender o mundo. Outro evidenciado teve origem em Darwin mas de fato foi iniciado na mesma época da ciência reducionista. Hoje, principalmente no seguimento da biologia, onde se concentra o maior contingente de cientistas evolucionistas, o Mundo surgiu conforme rezam os dogmas evolucionistas, baseados numa ocasionalidade natural, da evolução através de um sistema “natural e ocasional” etc. etc. Os cientistas se enclausuraram nesses dogmas. O dogma em si é apenas o reconhecimento de uma convicção pessoal nisto ou naquilo, e se torna pernicioso quando pode ser imposto, tanto na forma bruta do poder, como nas formas indiretas do mesmo poder! O infinito, dessa forma, é tratado no âmbito da ciência, muito subordinado a esses dogmas de fé. Mas a outra evidência, é que seja  como for, o assunto é muito melhor tratado na ciência do que na religião e nas artes. E isso é um fato!

            Como resumo dessa resenha filosófica sobre o infinito na visão dos religiosos, cientistas e artistas, presume-se que a forma de se eliminar mistérios e enigmas, é se unir os conhecimentos dos três acervos, sem antagonismos idiotas de dogmas de fé. Parece que do ponto de vista da razão, a ciência pode nos fazer entender o infinito de forma melhor do que a religião e a arte, por isso o próximo passo é dar um entendimento do infinito à luz do paradigma de ciência.

 

  1. ENTENDIMENTO MAIS RACIONAL DO INFINITO

            Ao longo da história todos os escritos começam por elogiar algum sábio, nos nossos dias, sábio é sinônimo de cientista cheio de diplomas de PhDs pendurados numa parede, etc. Antes sábio era alguém “religioso”! Qualquer escrito que comece elogiando Einstein e suas teorias, começam no dizer popular, com o pé direito. O que acontece é que Einstein foi um grande contador de histórias de ficção científica, por isso vamos começar exatamente pelos equívocos desse grande “cientista mitológico”, nada a ver contudo com sua pessoa, mas apenas com sua filosofia! O texto não é para confirmar verdades que não existem, mas exatamente contestar mentiras que nos impõem.

            A melhor imagem que temos do infinito é nada mais nada menos, do que o ponto geométrico, especialmente nas coordenadas de um gráfico, digamos o eixo do x num gráfico qualquer, que chamamos de “abcissa”. O ponto básico é o “zero”, aí o x cresce à direita até o infinito, e para a esquerda até o “menos infinito”. E o que significam? EXATAMENTE A MESMA COISA, quer dizer +∞ é a mesma coisa do que -∞. Pode? E aí começamos imaginar que o espaço é curvo, como a cobra que mordesse o rabo! Einstein chegou à mesma conclusão sobre um “Universo” que fosse uma “superfície”. Tudo porque estamos no contexto de nosso mundo material “perceptível”, e porque tudo é regido por “leis”. Daí que Einstein conseguiu encontrar “equações bodosas” que mostraram que o Universo Material é “curvo”! Mera ficção científica que decorreu de equações matemáticas, confirmadas por “instrumentos” complexos. Só não se diz que estamos navegando numa pequeníssima parte da Matéria, que a Doutrina Espírita disse há quase séculos ser mínima, e que a ciência hoje, usando até as teorias de Einstein, calcula que seja 4,6%. Quer dizer, é como se analisando um parafuso, pudéssemos imaginar como é um automóvel! E como antes o homem considerava mitos como verdades hoje se consideram ficções como verdades. Uma grande é o tal Big Bang!

            O Universo que percebemos existe porque se enquadra em leis. Uma lei conhecida pelo homem é a da entropia, que na sua “versão genérica” diz: A MATÉRIA ESPONTANEAMENTE SE DEGRADA ATÉ O INFINITO! Isso surgiu de algumas considerações termodinâmicas, em particular, a questão da “perda”. Não conseguimos recuperar toda energia que aplicamos em alguma coisa, ALGO SE PERDE, e que nos leva diretamente à questão do “atrito”. Mas algo que se perde, vai para onde? E aí está a lei, VAI PARA A DEGRADAÇÃO. Na Vida chamamos de “velhice”, na matéria degradação. Claro que os cientistas só entendem isso quando se pode colocar em alguma fórmula matemática, a partir da era da ciência reducionista, hoje enriquecida filosoficamente pela “ciência evolucionista”! Aqui vai a primeira verdade que não se prioriza, é que não é a matéria que se degrada, MAS SÃO OS ORGANISMOS FEITOS DE MATÉRIA QUE SE DEGRADAM. A matéria que percebemos degrada até o estágio de “átomos”, menos que isso ainda não são perceptíveis para nós. Átomos, como grãos de areia, se compõem para formar organismos (como a areia um edifício).

            Vamos imaginar que algum cientista maluco pudesse de repente, colocar o Universo à sua inteira espontaneidade! Quer dizer, nada que fizesse com que as coisas que aí estão, PERMANECESSE, seria um cemitério gigante de sucatas! ONDE IRIA PARAR A “MATÉRIA” QUE CONHECEMOS? Ia, pela lei, se degradar até o infinito. E o que significa isso? Primeiro, os metais retornariam a ser “minérios”, a Terra voltaria a ser talvez um monte de “gases” e vamos por aí adiante. Mas à luz da ciência, chegamos ao que os gregos já tinham intuído, a “matéria” se tornaria um amontoado de átomos, que degradando ainda mais, se pulverizaria nas partículas subatômicas e iríamos “ralando” até chegarmos ao que hoje matematicamente poderíamos entender como a “matéria elementar”, que seria o “átomo grego” para a quântica moderna. O estágio onde a matéria não teria mais para onde se degradar! E o que seria essa matéria “elementar”? NADA MAIS DO QUE O NOSSO IMAGINADO “PONTO GEOMÉTRICO”? Eureka, descobrimos a América. Descobrimos que o Universo é uma “massa de pontos geométricos”, e tudo o que se pode entender de “matéria”, é na realidade um “organismo” feito dessa matéria elementar, que na Doutrina Espírita foi chamada de “matéria fluídica”! Então, descobrimos que a “massa infinita” do Universo, é na realidade uma massa de elementos infinitesimais, exatamente como vemos a reta das abcissas do eixo do x. E esse Universo é curvo? E já podemos entender a “teoria da relatividade de Einstein do Universo Curvo, sem fórmula matemática alguma?

            Quando olhamos a reta dos x, imaginamos uma curva porque racionalmente entendemos que não existe + ou -∞, existe apenas INFINITO! Einstein usando equações bodosas de matemática conseguiu ver a mesma coisa num universo que fosse plano (quer dizer, o universo do (x,y), mas acontece que o Universo é uma “massa” que não é apenas os “planos” que podemos imaginar, mas TUDO! Daí que a ciência, ou melhor, os cientistas entram em parafuso, as “equações” não batem. Aí já se pode “verificar” que uma mesma partícula pode se manifestar em dois lugares diferentes instantaneamente etc. etc.! E se descobre sem “acreditar”, que estamos em dois Universos da Matéria, um que podemos “perceber”, e outro que estranhamente não temos como perceber. E que podemos presumir (a Doutrina Espírita não intui, diz claramente) que nos dois Universos, AS LEIS SÃO DIFERENTES. E até por isso faz sentido entender que um “anjo da religião”, possa estar em dois lugares diferentes ao mesmo tempo! É só a velocidade não tem de fato no Universo inteiro, a mesma “limitação” que tem no Universo que “percebemos”. A velocidade da luz parece uma limitação exclusiva no Universo Material que percebemos ou vivemos!

            Outra coisa que percebemos é que estranhamente no Universo as coisas surgem como que em dupla, daí a presunção de coisa como o yng yang da filosofia oriental, a matéria e anti-matéria da nossa “moderna quântica” e vamos por aí afora, e que nos leva ao conceito “maniqueísta” (bem e mal) do Mundo em que vivemos!

            Outro fato real é que a Universo Material existe juntamente com o Universo Espiritual, formando a “dupla semântica” que inventamos. Que vivemos numa pequena parte do Universo Material que se admite como o universo perceptível, e tudo o que possamos pensar, imaginar etc., ESTÁ CONTIDO NESSA PEQUENA PARTE JÁ REVELADA PELA DOUTRINA ESPÍRITA, E QUE HOJE A CIÊNCIA CALCULA COMO SENDO 4,6% DO UNIVERSO TOTAL. Então, as teorias e doutrinas da humanidade se referem a essa pequinina parte do Universo que podemos perceber, e que até percebemos mal! O que Einstein (relatividade), e antes Newton (gravidade), e antes Aristóteles (geocentrismo) enunciaram como “teorias” se refere a essa pequena parte onde vivemos. É como o que um cidadão com óculos pretos com um furinho de 1 mm de diâmetro no meio, pudesse descrever o que estava vendo!

            Isso nos coloca como “sábios”, no dizer popular, em terra de cegos, que tem um olho (mesmo míope), é rei! A grande conclusão filosófica que se chega neste texto é que sem que juntemos de forma unívoca e coerente os conhecimentos das artes (tivemos primeiro), da religião (que introduziu a escrita) e da ciência (que está desvendando leis), ficamos como cachorros correndo atrás do rabo, no máximo é que vamos ficar tontos! A grande conclusão prática está de fato nas religiões, e que se confirma na ciência. O simples DNA que estamos ‘descobrindo’, já funciona na Terra há mais de 4 bilhões de anos, como é algo “inteligente” sem dúvida alguma, QUAIS FORAM AS INTELIGÊNCIAS QUE O PROJETARAM E FIZERAM? Seriam “cientistas” como os nossos hoje? E como será a ciência daqui apenas 100 anos? E daqui um milhão de anos? Simples, o aluno aprende com o professor, que para ele é um “deus sábio”, ou, então, tem que aprender sozinho. O “deus” da criança são os país!

            O aluno tem as escolas para se instruir, mas e o sábio que já entende que não tem mais nada para aprender? Existe um cientistas pesquisador do DNA que diz que já dominamos completamente o DNA. E outro guru do evolucionismo ateu chamado Richard Dawkins reconhece que poderíamos cruzar macaco com homem, ou talvez homem com formiga, a questão é: NO QUE VAI DAR? E aí entra a outra componente da evolução espiritual, A MORAL. No laboratório em princípio já se pode fazer qualquer estupidez científica (é o que pretendeu Hitler), mas a questão é se isso é “moral e ético”!

            O grande problema dos cientistas não é o que podem de fato fazer, MAS O QUE DEVEM FAZER PARA QUEM OS PAGAM PARA TRABALHAR. O grande sábio da humanidade atual se chama “banqueiro”, como antes era o “religioso”. Vivemos como governantes, de Caciques e seus pajés ainda da época de Adão e Eva, ainda que a ciência já esteja navegando no século XXI! Esse é o grande problema de se querer entender o infinito. É como colocar anel de ouro em focinho de porco, vai continuar fuçando na lama, com anel ou sem anel! Seja ele um Einstein na ciência, um Pelé no Futebol, um Maquiavel na política etc.! O infinito ainda é um “mistério religioso ou um enigma científico” para nós, mas que poderia ser pelo “entendido sem ser sabido”, como a mágica, entendemos sem sabermos fazer nem uma magiquinha de crianças.

 

Espiritualida e PolíticaEspiritualidade e CiênciaEspiritualidade e Fìsica → A questão do infinito