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      <title><![CDATA[Poética Feminista - sabedoriapolitica.com.br]]></title>
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      <language>pt-br</language>
      <pubDate>Mon, 11 Nov 2019 08:44:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[Rainha de Mim]]></title>
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         <description><![CDATA[(Luana Medeiros)
&nbsp;
Quando fui embora,
Não quis te ferir.
Não quis nada para você, somente para mim!
Larguei o avental,
As roupas no varal,
Coloquei açúcar ao invés de sal.
E sai sem olhar para trás.
Decidi;
Nem esposa (de)
Nem mulher (do)
Quis ser Dona de mim, e não Dona fulana.
E agora sou Rainha, não do lar, essas coisas deixei para lá.
Rainha de mim.
O fim foi recomeço até aqui.
&nbsp;

&nbsp;
A Política e suas Interfaces → Arte e Política → Poesia e Política&nbsp; → Poética Feminista...]]></description>
         <pubDate>Mon, 11 Nov 2019 08:44:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[MARCAS]]></title>
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         <description><![CDATA[(Luana Medeiros)
&nbsp;
Sou quadruplamente marcada
-A vida é uma vertigem-
Por ser pobre, de nascença
Por ser índia, de origem
Por ser fêmea, de espécie
&nbsp;
Mas ser poeta é o cancro
A lepra, a cólera, a úlcera
&nbsp;
O boletim contra a mulher pobre:
Foi presa por abortar na clandestinidade
Contra a índia:
Foi morta em confronto com os latifundiários
E sobre a poeta, o que diz:
Surrada pela fome nas grandes cidades
&nbsp;
Saquei meu bloco de notas
Solfejei curta mensagem:
&nbsp;
De pobre,...]]></description>
         <pubDate>Sat, 26 Oct 2019 15:21:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[FÊMEA]]></title>
         <link>https://www.sabedoriapolitica.com.br/news/femea/</link>
         <description><![CDATA[(Luana Medeiros)


Gostarias de ser leve feito algodão?
Ser luz na escuridão
Ser anseio mais que seios
Ser abraços calorosos

Ser mais que mulher
O coração não seria uma pluma pesada
A vida não estaria confinada
Tu terias quem chamar

Fêmea desvalida
Um pranto, uma ferida
Sempre um canto
Um choro, um cravo no peito

Uma rosa cheia de espinhos
Que pecado, filha de Eva?
Que pecado? Por infinitas gerações
Nada alcançaste

Confinada,
Chora, fêmea
Pelo que desaguaste tão profundo mal?
Da costa do...]]></description>
         <pubDate>Mon, 23 Sep 2019 21:23:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Poética Feminista]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Donna Condannata]]></title>
         <link>https://www.sabedoriapolitica.com.br/news/donna-condannata/</link>
         <description><![CDATA[(Luana Medeiros)
&nbsp;
A fêmea se curva
Feito Rio e grandes lacunas
Espera a nascente, é Ele, o grande Rio
&nbsp;
Curvas para o Rio
Curvas, fêmea
Riachuelo doce, lágrimas salgadas
&nbsp;
A fêmea sorri, agora é arlequina
Escondendo uma gota de choro
Pintada no rosto
&nbsp;
É fim de Carnaval
A fêmea não pode Ser
O que fizeram d'ela
&nbsp;
Quantas noites pediste em sonho?
Quantas lágrimas lavaram teus seios?
Ah! fêmea humana
&nbsp;
É longa a noite
Mais longa é a dor de ter que esperar
Alguém para...]]></description>
         <pubDate>Thu, 18 Jul 2019 10:44:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Poética Feminista]]></category>
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      <item>
         <title><![CDATA[DESNORTEADA]]></title>
         <link>https://www.sabedoriapolitica.com.br/news/desnorteada/</link>
         <description><![CDATA[(Luana Medeiros)
&nbsp;
Sou mulher e sou do norte
Mulher e norte apontam a uma direção
Região e direção, ponto de partida, retirada&nbsp;
Não pertenço somente a este lugar&nbsp;
E por causa deste destino, devo fazer algo com o que foi feito de mim?
Pouco me importa
Eu sou o resultado do meu tempo
E não pude mais do que sou
“Ela não nasce, torna-se”
Não estou interessada em teorias
Nenhuma teoria é mais do que já vivi
A minha rebeldia é não pertencer a nada, e assim pertencer a tudo &nbsp;
A...]]></description>
         <pubDate>Thu, 11 Jul 2019 15:14:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Poética Feminista]]></category>
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