Inteligência artificial ajuda empresas a escolherem os melhores candidatos

Inteligência artificial ajuda empresas a escolherem os melhores candidatos

Inteligência Artificial

 

A inteligência artificial é um tema cada vez mais frequente e está por todos os lados, seja para o bom uso da tecnologia ou até para um mau uso. Ao mesmo tempo em que soluções baseadas na tecnologia surpreendem e facilitam nossa vida, pessoas mal intencionadas também tem usado a inteligência artificial como uma arma para ataques cibernéticos. O uso da inteligência artificial por cibercriminosos é cada vez mais comum e facilita o trabalho de hacker mal intencionado.

A inteligência artificial ajuda os hackers a espalhar links maliciosos e ataques muito mais rápido que qualquer hacker de pele e osso. Enquanto um hacker humano consegue disseminar um ataque enviando em média 1 tweet por minuto, por exemplo, um robô faria o mesmo trabalhado multiplicado em dezenas.

Além disso a inteligência artificial também realiza um trabalho de monitoramento automático do comportamento do usuário em redes sociais, como trocas de mensagens de texto, e-mails e até a própria navegação pela internet em si. De posse dessas informações um cibercriminoso consegue, também de forma automatizada, criar ataques de phishing personalizados, enviando e-mails, tweets, mensagens de whatsapp com informações de interesse do usuário, o que pode levar o usuário a clicar em links maliciosos. Tudo isso com o objetivo de roubar senhas ou informações pessoais e confidenciais.

Mas se a inteligência artificial pode ser utilizado de forma negativa, ela também pode ser utilizada para detectar fraudes e até neutralizar um ciberataque. Porém, sozinha, não é suficiente. É preciso que os internautas estejam atentos pois o usuário continua sendo o elo mais frágil da segurança digital. E em termos de segurança digital, cuidado nunca é demais.


Inteligência artificial ajuda empresas a escolherem os melhores candidatos

O processo tradicional é duplamente trabalhoso e, na maioria das vezes, bastante lento também. Para os dois lados, tanto para quem procura uma nova colocação no mercado de trabalho quanto para o pessoal de RH, que vive à caça dos melhores profissionais para preencher as vagas disponíveis. Mas este é mais um cenário que promete se tornar “coisa do passado”. O uso da tecnologia, mais precisamente da Inteligência Artificial, promete revolucionar os processos de recrutamento e seleção de muitas empresas.

A parte mais complexa de um processo de seleção é a triagem manual de currículos. Com um mercado de trabalho extremamente competitivo em todas as áreas, o número de candidatos para cada vaga costuma ser cada vez mais alto. E essa análise de perfil responde por aproximadamente 70% do processo e pode levar de horas a semanas para ser concluído. Já com o uso de soluções que usam Inteligência Artificial, uma plataforma digital se responsabiliza completamente por este primeiro passo.

Além da avaliação dos perfis dos profissionais, as plataformas oferecem a opção de aplicar testes de competências e comportamentos para que somente os melhores – ou mais indicados para determinada vaga – cheguem finalmente a uma entrevista pessoal.

Muitas empresas, principalmente as de tecnologia e negócios, já aderiram à tecnologia para aprimorar seu processo de seleção. Interessante é que, em alguns casos, mais do que preencher uma vaga com rapidez, o time de Recursos Humanos ainda pode garantir que verdadeiros talentos não sejam desperdiçados.

Quem se candidata conhece o processo tradicional – que muitas vezes é repetido inúmeras vezes em diferentes ocasiões: testes, dinâmicas de grupo, avaliações, entrevistas... O uso da Inteligência Artificial pelas empresas também promete mudar essa realidade; ou pelo menos reduzi-la a oportunidades que realmente se encaixem com o perfil do profissional. Agora tudo se resume a um único cadastro preenchido pelo próprio candidato; simples assim.

A tecnologia dificilmente chegará ao ponto de, algum dia, substituir o trabalho do recrutador e a importância da entrevista. Aliás, essa não é a ideia. Agilizar o processo e torná-lo mais assertivo, sim. Mas em Recursos Humanos, nada vai tomar o lugar de quem identifica empatia e enxerga brilho no olhar...

 

via Olhar Digital

 

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